terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na compreensão da história da Europa do Período Medieval (sexto ano, anos finais, ensino fundamental)

Autor: Dr. Bread Soares Estevam


Resumo

  • Objetivo: Propor abordagem didático-pedagógica para o ensino da Europa Medieval (6º ano) sob a ótica da Educação Ambiental Crítica (EAC).

  • Tese Central: EAC instrumentaliza o professor para analisar criticamente as relações socioambientais que estruturaram o Feudalismo.

  • Foco da Análise: Servidão, apropriação da terra e transição para o capitalismo como manifestações históricas da lógica de exploração desigual.

  • Conclusão: Análise crucial para a compreensão da gênese da Crise Civilizatória contemporânea.

Introdução

  • Contexto: Estudo da Europa Medieval no 6º ano do Ensino Fundamental.

  • Crítica à Abordagem Tradicional: Superar a dicotomia "Idade das Trevas" versus "grandes realizações".

  • Proposta da EAC: Entender a crise ambiental como sintoma da Crise Civilizatória, com raízes históricas em formações sociais como o Feudalismo.

  • Objetivo do Artigo: Fornecer referencial para a desnaturalização da servidão e a politização das relações socioambientais no passado.

1. O Feudalismo sob a Perspectiva da Ecologia Política Crítica

  • Tese: Feudalismo como sistema de exploração com dimensão socioambiental.

    • 1.1. A Servidão e a Apropriação Desigual da Terra:

      • Relação senhor-servo como exemplo de apropriação desigual.

      • Justiça Ambiental[3]: Relacionar exploração do trabalho servil com apropriação da terra (concentração na nobreza/Igreja).

      • Tabela de Análise: Servidão, Apropriação da Terra e Economia Agrária como bases históricas da desigualdade e da insustentabilidade produtiva.

    • 1.2. O Papel da Igreja e a Relação Homem-Natureza:

      • Análise da cosmovisão teológica (antropocêntrica vs. ética de mordomia) e sua influência na relação homem-natureza.

2. Contribuições Pedagógicas da EAC no Ensino de História (Sexto Ano)

  • 2.1. Desnaturalização da Hierarquia e Conexão com o Presente:

    • Uso da hierarquia social medieval para desnaturalizar a desigualdade.

    • Ponte com o presente: Análise de formas contemporâneas de servidão e dependência (trabalho informal) e sua relação com a apropriação desigual dos recursos naturais.

  • 2.2. A Transição Feudal-Capitalista e a Gênese da Crise:

    • Análise do final da Idade Média (crise feudal, burguesia, comércio) como embrião do capitalismo.

    • Politizar a Economia: Mostrar as raízes históricas da lógica de acumulação e exploração.

    • Educação para a Sustentabilidade: Questionar a lógica de crescimento ilimitado impulsionada pelas inovações e expansão comercial.

Conclusão

  • EAC oferece contribuição inestimável para o ensino de História Medieval.

  • Permite ao professor:

Politizar o Conteúdo: Desvendando as raízes históricas da apropriação desigual e da crise civilizatória.

Formar o Sujeito Crítico: Promovendo a cidadania socioambiental e exigindo uma nova ética civilizatória.


Acesse o texto completo no link a seguir: Texto Completo

Acesse o texto do capítulo no link a seguir: Texto Capítulo

Acesse a proposta pedagógica no link a seguir: Texto Proposta


*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na compreensão da história do Ocidente Clássico: Os Romanos (sexto ano, anos finais, ensino fundamental)

Autor: Dr. Bread Soares Estevam

Resumo

  • Objetivo: Propor abordagem didático-pedagógica para o ensino de Roma Antiga (6º ano) sob a ótica da Educação Ambiental Crítica (EAC).

  • Tese Central: EAC instrumentaliza o professor para analisar criticamente as relações socioambientais na Roma Antiga.

  • Foco da Análise: Exploração do trabalho escravo, expansão territorial predatória e degradação ambiental como manifestações históricas da apropriação desigual de recursos e riscos.

  • Conclusão: Análise fundamental para a compreensão da gênese da Crise Civilizatória contemporânea.

Introdução

  • Contexto: Estudo de Roma Antiga no 6º ano do Ensino Fundamental.

  • Crítica à Abordagem Tradicional: Narrativa laudatória e eurocêntrica que silencia as contradições e a exploração.

  • Proposta da EAC: Oferece perspectiva para desvelar as contradições, entendendo a crise ambiental como sintoma da Crise Civilizatória com raízes históricas.

  • Objetivo do Artigo: Fornecer referencial teórico-metodológico para a desnaturalização da exploração e a politização das relações socioambientais no passado.

1. A Crise Civilizatória em Perspectiva Histórica: O Caso Romano

  • Tese: Roma como exemplo clássico de sociedade que atingiu a grandiosidade por meio de exploração intensa e insustentável.

    • 1.1. A Expansão e a Ecologia Política da Conquista:

      • Expansão como manifestação de uma Ecologia Política da conquista.

      • Conquista como processo de transferência de ônus e benefícios ambientais (exploração de solos, desmatamento, mineração predatória).

      • Análise da dinâmica de centro-periferia na apropriação de recursos, conectando a exploração romana à lógica colonial contemporânea.

    • 1.2. O Trabalho Escravo e a Injustiça Socioambiental:

      • Trabalho escravo (latifundia) como motor da economia e base da Injustiça Ambiental [3].

      • Tabela de Análise: Integração da exploração do trabalho (vida sofrida e curta) com a degradação ambiental (monocultura, uso predatório do solo).

      • Conclusão: Exploração humana e degradação ambiental são faces da mesma lógica de apropriação desigual.

2. Contribuições Pedagógicas da EAC no Ensino de História (Sexto Ano)

  • 2.1. Desnaturalização da Exploração e Conexão com o Presente:

    • Uso da organização social romana para desnaturalizar a escravidão e a desigualdade.

    • Incentivo ao aluno para questionar as estruturas de poder.

    • Ponte com o presente: Identificação de formas contemporâneas de exploração (trabalho análogo à escravidão) e apropriação desigual de recursos naturais.

  • 2.2. Educação para a Cidadania Socioambiental:

    • EAC enfatiza participação, cidadania e democracia [2].

    • Estudo da República Romana para discutir os limites da democracia republicana na Antiguidade (exclusão de plebeus, mulheres e escravizados).

    • Objetivo: Formar sujeitos capazes de intervir na realidade, exigindo que a concepção de “res publica romana” se torne uma "coisa comum" (res communis) no presente, pautada pela equidade e sustentabilidade.

Conclusão

  • EAC oferece contribuição inestimável para o ensino de História do Ocidente Clássico.

  • Permite ao professor:

Politizar o Conteúdo: Desvendando as raízes históricas da crise civilizatória.

Formar o Sujeito Crítico: Promovendo a cidadania socioambiental.

  • A EAC cumpre seu papel de formar cidadãos capazes de atuar na transformação social, exigindo uma nova ética civilizatória.

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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na Compreensão da História do Ocidente Clássico: Os Gregos (Sexto Ano, Anos Finais, Ensino Fundamental)



Autor: Dr. Bread Soares Estevam


1. Introdução

  • Tema: Estudo da Grécia Antiga (6º ano/BNCC) e o "legado clássico".

  • Foco Curricular: Valorização da democracia e crítica à exclusão social (EF06HI19).

  • Proposta da EAC: Analisar a história grega sob a ótica da exclusão socioambiental e da História Ambiental.

  • Objetivo: Demonstrar como a EAC potencializa a BNCC, inserindo a natureza como agente histórico e sujeito de crítica.

2. Referencial Teórico

  • EAC como Paradigma Desnaturalizador:

    • Crise ambiental como crise civilizatória e estrutural.

    • Foco na Justiça Socioambiental e na Injustiça Ambiental (quem paga o preço ecológico).

  • História dos Gregos e a BNCC:

    • Habilidades centrais: EF06HI09 (Antiguidade Clássica) e EF06HI19 (Exclusão social).

    • EAC propõe estender a crítica da exclusão social para a exclusão socioambiental.

3. Análise e Discussão: A EAC e a Exclusão Socioambiental na Pólis

  • Democracia Ateniense e a Exclusão Socioambiental:

    • A "liberdade" do cidadão ateniense era sustentada pela exploração do trabalho escravo e pela exploração predatória dos recursos naturais.

    • A EAC permite compreender que a exclusão social é inseparável da exclusão socioambiental.

  • A Dicotomia Cultura/Natureza e a História Ambiental:

    • O pensamento grego (razão, pólis) estabeleceu a dicotomia Cultura/Natureza, legitimando a dominação desta última.

    • EAC convida a inserir a Natureza como Agente Histórico (solo, relevo) e a criticar a colonização como expansão ecológica e apropriação de recursos.

4. Conclusão

  • Síntese: EAC é um instrumental potente para desnaturalizar o "legado clássico".

  • Impacto: Permite que o aluno compreenda a Antiguidade Clássica como um modelo de Injustiça Socioambiental.

  • Papel Emancipatório: Forma um estudante capaz de atuar pela Justiça Socioambiental no presente, a partir da compreensão crítica do passado.

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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na Compreensão da História dos Povos Nativos da América (Sexto Ano, Anos Finais, Ensino Fundamental)


Autor: Dr. Bread Soares Estevam

1. Introdução

  • Tema: Estudo dos Povos Nativos da América (6º ano/BNCC).

  • Foco Curricular: Relação entre agricultura e transformações espaciais (EF06HI05); valorização da tradição oral e modos de vida (Competência H 4).

  • Proposta da EAC: Análise sob a fundamentação da Justiça Socioambiental e da crítica à colonização.

  • Problema: Como a EAC transforma o estudo em reflexão crítica sobre a sustentabilidade e o custo socioambiental da colonização.

2. Referencial Teórico

  • EAC e a Crítica à Colonização:

    • Colonização como processo de Injustiça Socioambiental (apropriação predatória e aniquilação de modelos sustentáveis).

    • EAC foca na sustentabilidade das técnicas nativas como modelos alternativos.

    • Crítica à colonização como genocídio e ecocídio.

  • Abordagem Curricular (6º ano/BNCC):

    • Agricultura e Sedentarização: Modificações nas paisagens (EF06HI05).

    • Impactos da Colonização: Implícito na Queda de Tenochtitlán.

3. Análise e Discussão: A EAC e a Crítica ao Modelo Civilizatório Hegemônico

  • Sustentabilidade e Modelos Alternativos:

    • EAC questiona a qualidade da intervenção na natureza.

    • Investiga as técnicas nativas (irrigação, gestão hídrica) como modelos alternativos e equilibrados ecologicamente.

    • Questiona o custo socioambiental da organização do trabalho (ex: cabeças olmecas).

    • Potencializa a Habilidade EF06HI05 para refletir sobre a ética da intervenção humana.

  • A Colonização como Injustiça Socioambiental:

    • EAC permite compreender a colonização como Injustiça Socioambiental em sua essência.

    • Análise da destruição de modelos sustentáveis e da imposição de uma compreensão dicotômica (humano vs. natureza).

    • Conecta o passado com a luta contemporânea (demarcação de terras, saberes ancestrais).

4. Conclusão

  • Síntese: EAC é um instrumental potente para a desconstrução do modelo civilizatório hegemônico.

  • Impacto: Transforma o estudo em reflexão crítica sobre a sustentabilidade e a Justiça Socioambiental, culminando em um exercício de cidadania crítica e práxis.

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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na Compreensão da História da África Antiga (Sexto Ano, Anos Finais, Ensino Fundamental)

Autor: Dr. Bread Soares Estevam

1. Introdução

  • Tema: Estudo da África Antiga (Egito e Cuxe) no 6º ano/BNCC.

  • Foco Curricular: Importância do Rio Nilo (EF06HI05), organização social (EF06HI16) e papel da mulher (EF06HI19).

  • Proposta da EAC: Analisar a concentração de poder e a exploração do trabalho sob a lógica da Justiça Socioambiental.

2. Referencial Teórico

  • EAC e a Crítica à Exploração:

    • Exploração da natureza ligada à exploração humana.

    • Foco nas consequências socioambientais da organização coletiva do trabalho e da concentração de poder (teocracia).

    • Valorização de modelos alternativos (ex: Cuxe).

  • Abordagem Curricular (6º ano/BNCC):

    • Relação com o Nilo: Modificações nas paisagens (EF06HI05).

    • Organização Social: Concentração de poder (Faraó) e pobreza da maioria (EF06HI16).

    • Crítica Historiográfica: Desconstrução do eurocentrismo.

3. Análise e Discussão: A EAC e a Crítica à Exploração Socioambiental

  • O Nilo, a Teocracia e a Injustiça Socioambiental:

    • Egito como sociedade hidráulica onde o controle da água era sinônimo de poder.

    • Gestão Autorizada dos Recursos: Controle do Nilo pelo Faraó consolidou a concentração de poder e a pobreza da maioria.

    • Exploração do Trabalho e Custo Ambiental: Análise da organização coletiva do trabalho (pirâmides) sob a lógica da exploração e do alto custo ambiental.

    • Transforma o estudo da EF06HI05 em reflexão sobre sustentabilidade e Justiça Hídrica.

  • Valorização de Modelos Alternativos e Crítica ao Eurocentrismo:

    • Uso do Reino de Cuxe (papel da mulher) como modelo alternativo de organização política e relação sociedade-natureza.

    • EAC alinha-se à crítica do Manual à compreensão de "continente sem história".

    • Conecta o passado com a luta contemporânea pela soberania e autonomia dos povos.

4. Conclusão

  • Síntese: EAC é um arcabouço teórico-metodológico potente para o estudo da África Antiga.

  • Impacto: Transforma o estudo em uma reflexão crítica sobre a Justiça Socioambiental e a exploração do trabalho, cumprindo um papel emancipatório.

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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na Compreensão da História dos Povos do Oriente Médio (Sexto Ano, Anos Finais, Ensino Fundamental)


AUTOR: Dr. Bread Soares Estevam


1. Introdução

  • Tema: Estudo dos Povos do Oriente Médio (Mesopotâmia) no 6º ano/BNCC.

  • Foco Curricular: Importância dos recursos hídricos (Tigre/Eufrates) e formação de cidades.

  • Proposta da EAC: Analisar a apropriação da natureza e a concentração de poder sob a compreensão da Justiça Socioambiental.

2. Referencial Teórico

  • EAC e a História da Água:

    • Gestão da água como instrumento de poder e controle social.

    • Foco na relação entre domínio da água e emergência da autoridade.

  • Abordagem Curricular (6º ano/BNCC):

    • Formação das Civilizações: Ligada à irrigação e modificações nas paisagens (EF06HI05).

    • Organização Social: Concentração de poder, tributos e especialização do trabalho.

    • Crítica ao Eurocentrismo: Questionamento da nomenclatura "Oriente Médio".

3. Análise e Discussão: A EAC e a História da Água como Instrumento de Poder

  • Gestão da Água e Injustiça Socioambiental:

    • Controle hídrico (canais/diques) como origem da concentração de poder (elite, tributos).

    • Análise da gestão da água como o primeiro grande instrumento de Injustiça Socioambiental (quem controlava a água controlava o poder).

    • Transforma o estudo da Habilidade EF06HI05 em análise crítica sobre a Justiça Hídrica.

  • Crítica ao Eurocentrismo e Geografia Crítica:

    • Desnaturaliza a compreensão de Europa como centro da história.

    • Valoriza a Geografia (luta pela água, adaptação ao deserto) como fator ativo na história.

    • Conecta o passado com a geopolítica dos recursos hídricos na atualidade.

4. Conclusão

  • Síntese: EAC é uma lente de análise indispensável que desvenda as implicações socioambientais e políticas da gestão de recursos.

  • Impacto: O estudo, sob a compreensão da EAC, torna-se um exercício de reflexão sobre a gestão equitativa dos recursos e um exercício de cidadania crítica e práxis pela sustentabilidade.

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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica na Compreensão da Origem do Ser Humano (Sexto Ano, Anos Finais, Ensino Fundamental)


Autor: Dr. Bread Soares Estevam


1. Introdução

  • Tema: Estudo da Origem do Ser Humano (6º ano/BNCC) e suas relações com a natureza.

  • Proposta: EAC como arcabouço teórico para aprofundar a análise.

  • Problema: Como a EAC transforma o estudo da evolução em reflexão crítica sobre a responsabilidade histórica e as modificações desiguais da paisagem.

2. Referencial Teórico

  • EAC e a História da Intervenção Humana:

    • Crise ambiental como crise civilizatória e histórica.

    • Foco na Justiça Socioambiental e práxis.

    • EAC exige análise das primeiras intervenções (agricultura/pecuária) como rupturas e não apenas como "progresso" [2] [3].

  • Abordagem Curricular (6º ano/BNCC):

    • Aborda hipóteses científicas e mitos de fundação (EF06HI03).

    • Analisa a transição Paleolítico/Neolítico e as modificações nas paisagens (EF06HI05).

    • Valoriza a diversidade cultural (Competência Específica CH 4) [1].

3. Análise e Discussão: A EAC e a Crítica à Narrativa do "Progresso"

  • Desnaturalização da Intervenção Humana:

    • EAC questiona a qualidade e as consequências socioambientais da transição para o Neolítico.

    • A agricultura é vista como a primeira grande ruptura ecológica (monocultura, exploração do solo).

    • A sedentarização é questionada como base para a desigualdade social e apropriação privada da terra.

    • Transforma o estudo da EF06HI05 em reflexão sobre a responsabilidade histórica da espécie.

  • Valorização da Diversidade e Crítica ao Eurocentrismo:

    • EAC reforça a valorização dos saberes tradicionais e cosmologias indígenas como modelos alternativos de relação sociedade-natureza.

    • Desnaturaliza a visão ocidental de dominação da natureza.

4. Conclusão

  • Síntese: EAC é um paradigma desnaturalizador que aprofunda o estudo da Origem Humana.

  • Impacto: Forma um aluno com consciência da responsabilidade histórica e apto a atuar pela Justiça Socioambiental.

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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

terça-feira, 18 de novembro de 2025

CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA NA COMPREENSÃO DA CONSTRUÇÃO TEÓRICO-METODOLÓGICO DA HISTÓRIA CIÊNCIA (SEXTO ANO, ANOS FINAIS, ENSINO FUNDAMENTAL)


AUTOR: Dr. Bread Soares Estevam


1. INTRUDUÇÃO

  • Problema Central: Crise socioambiental exige investigação das raízes históricas e estruturais.

  • Conceitos-Chave: Educação Ambiental Crítica (EAC) e Metodologia de História (6º ano/BNCC).

  • Objetivo: Analisar como a EAC potencializa a abordagem metodológica da História no 6º ano.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

  • EAC como Paradigma:

    • Natureza política e transformadora.

    • Crise ambiental como sintoma da crise civilizatória do capital.

    • Foco na emancipação e Justiça Socioambiental [1] [2].

  • Metodologia de História (6º ano/BNCC):

    • História como estudo das ações humanas no tempo e espaço.

    • Objetivo: Compreender o presente para transformar a sociedade.

    • Pilares: Análise de Fontes Históricas (Habilidade EF06HI02) e Conhecimento em Construção (Competência Específica de História 4) [3].

3. ANÁLISE E DISCUSSÃO: A EAC COMO POTENCIALIZADORA

  • Potencialização da Análise de Fontes:

    • EAC adiciona a dimensão da Injustiça Socioambiental e do contexto ecológico à investigação.

    • Transforma a análise de fontes em crítica histórica ambiental.

    • Exemplo: Questionar o impacto ecológico e as relações de poder por trás da fonte.

  • Desnaturalização do Conhecimento:

    • EAC atua como instrumental para a desnaturalização da crise ambiental.

    • Alinha-se à ênfase da BNCC na multiplicidade de interpretações.

    • Permite a construção de uma interpretação histórica que integra a natureza como agente ativo.

4. CONCLUSÃO

  • Síntese: A EAC é um paradigma potencializador e coerente com a metodologia de História do 6º ano (BNCC).

  • Impacto: A articulação EAC-História forma um aluno consciente, crítico e apto a exercer a práxis pela cidadania sustentávelJustiça Socioambiental.


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*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

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