terça-feira, 4 de novembro de 2025

Contribuições da Educação Ambiental Crítica para a Educação Profissional Técnica e Tecnológica

AUTOR: Dr. Bread Soares Estevam

RESUMO (Argumento Central)

O artigo analisa as contribuições da Educação Ambiental Crítica (EAC) para a Educação Profissional Técnica e Tecnológica (EPTT). Argumenta que a EAC oferece o instrumental teórico-metodológico para que a EPTT supere o tecnicismo e a lógica instrumental, desvelando a crise ecológica como crise do capital. A articulação visa formar profissionais críticos e propositivos, capazes de atuar na produção de Tecnologias Sociais e na promoção da Justiça Socioambiental.

1. INTRODUÇÃO: O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

  • Tese: A EPTT, tradicionalmente instrumental, precisa da EAC para enfrentar a crise socioambiental e formar profissionais críticos.

  • Objetivo: Analisar as contribuições conceituais e metodológicas da EAC para a EPTT, propondo caminhos para a inserção da dimensão socioambiental crítica.

2. A EAC COMO CRÍTICA AO TECNICISMO E AO DESENVOLVIMENTISMO NA EPTT

  • 2.1. A Tecnologia como Produto Social e a Crítica à Neutralidade:

    • A EAC desconstrói a neutralidade da tecnologia, exigindo a análise crítica da produção e o desvelamento da Injustiça Socioambiental na cadeia produtiva.

  • 2.2. A Sustentabilidade como Projeto Político:

    • A sustentabilidade, na EAC, é um projeto político que exige a transformação radical do modo de produção e consumo.

    • A EPTT deve superar a visão instrumental e promover a transição para modelos como a Agroecologia e a Economia Solidária.

  • Tabela 1: Síntese da aplicação dos conceitos da EAC (Crítica ao Tecnicismo, Justiça Socioambiental, Sustentabilidade como Projeto Político, Práxis) na EPTT e suas implicações curriculares.

3. A PRÁXIS PEDAGÓGICA NA EPTT: DA SALA DE AULA AO CHÃO DA FÁBRICA

  • 3.1. A Interdisciplinaridade e a Contextualização:

    • A EAC atua como eixo transversal, promovendo a interdisciplinaridade entre o saber técnico e as humanidades.

    • O ensino deve contextualizar os problemas técnicos na realidade socioambiental.

  • 3.2. A Formação para a Intervenção e a Tecnologia Social:

    • A EAC na EPTT foca na formação para a intervenção e a produção de Tecnologias Sociais (TS).

    • Incentivo a projetos que resolvam problemas locais e promovam a autonomia das comunidades.

4. CONCLUSÃO

  • A EAC oferece o instrumental para que a EPTT supere o tecnicismo e cumpra seu papel social.

  • A articulação entre o saber técnico e a crítica social é a chave para a formação de profissionais capazes de atuar na produção de Tecnologias Sociais e na promoção da Justiça Socioambiental.

Acesse o texto completo no link a seguir: Texto Completo


*Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas) da Universidade Federal do Rio Grande; Especialista em Educação Ambiental; Licenciado em Pedagogia; Bacharel e Licenciado em História; Tecnólogo em Educação Social; Estudante do curso de Especialização Latu Sensu em Educação Especial e Inclusiva na Uninter | Historiador com registro profissional no Ministério da Economia; Pedagogo com inscrição no Conselho Federal de Educadores e Pedagogos; Pesquisador de temáticas transversais relacionadas à Educação Ambiental (Área: Educação; Grande Área: Ciências Humanas).

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Translate